Showing posts with label fotos minhas. Show all posts
Showing posts with label fotos minhas. Show all posts

6.12.11

a minha cama é mais gira que a tua

fairy lights, originally uploaded by Christina Branco.


A minha mãe este Natal tem um lema, que é "onde há uma tomada, há luzes". Acho que vou manter estas mesmo depois do Dia de Reis. 
E sim, temos luzinhas no quarto de banho.

20.10.11

o desafio da fotografia, ou como a christina aguentou 12 dias sem ser calaceira

Um anónimo perguntou no último post o que aconteceu ao desafio de 30 dias de fotografia.
Bem, o que aconteceu foi o seguinte: o desafio do dia 12 foi o pôr-do-sol. E nesse dia, quando saí de um edíficio fechado, já era noite escura. Pensei que deixaria para o outro dia. E no dia seguinte acontece o mesmo, e ainda pior, porque cheguei a casa tarde e a más horas e não deu para fazer o desafio desse dia. No dia seguinte, lá fui eu para Cascais e decidi não levar a minha SLR para lá - além de que estive tão ocupada com o cocktail de caridade do South Africans in Portugal para o Nelson Mandela Children's Fund UK (angariamos quase 1000€, boa!) que não iria dar para tirar nada - porque as fotos que tiro são planeadas ao milímetro, muitas vezes preciso do tripé e do Photoshop e mais não sei o quê. Por isso deixei em pausa... até o correspondente dia em Novembro, acho que faz mais sentido os dias coincidirem.
Saibam que fico feliz por alguém ter gostado e sentido "a falta" deles!

(E agora cá vou eu entrar de cabeça a tentar aprender C sozinha. Wish me luck!)

11.10.11

day 11 - something blue

day 11 - something blue, originally uploaded by Christina Branco.
Uma flor de casa dos meus avós, metida dentro dum matraz a apanhar sol na beira da janela.

White Peach Photo

10.10.11

day 10 - a childhood memory

Eu, a minha chupeta que foi difícil de largar (a minha mãe não ma conseguiu tirar até aos 4/5 anos) e a ursinha Úrsula, que dorme comigo desde que cheguei a Portugal.

White Peach Photo

5.10.11

2.10.11

day 2: what you wore today

É Domingo, não saí de casa e fiquei de camisa de noite (da minha mãe, agora minha) e casaco-de-andar-por-casa gigante (da minha avó, agora meu). Note-se os óculos sempre a cair nariz abaixo.

White Peach Photo

5.6.11

tipo sexo e a cidade, mas com livros

Há uns meses, deu uma reportagem daquelas a seguir ao telejornal sobre pessoas viciadas em compras, mas não vi por lá ninguem viciado em livros. Era gadgets e sapatos, (muitos sapatos!), mas ninguém como eu.



















Esta foi a minha dose na Feira do Livro do Porto. Já era a dose que ia comprar o ano passado, só que na altura não tinha dinheiro (continuo sem dinheiro, a diferença é que agora não me importei). Coisas a registar sobre esta feira:
  • Estava um calor do c*ralho.
  • Livros sobre o Segredo e o Poder e o raio que o parta ainda estão na moda, assim como livros cuja personagem principal é um cão ou um gato (também vi um papagaio por lá).
  • Estava lá a Porto Velhotes a oferecer Porto branco ou rosé (bu!) com água tónica para degustação. Eu, que já me estava a ir embora, meti-me logo na fila (gosto muito de água tónica, sabem?), com um casal atrás de mim que demonstrava tudo o que há de errado em Portugal, e que me fez dar graças a Deus que tenho dupla nacionalidade.
-Ui, isto afinal não são só livros.
-Tás a ver, aprende para fazeres em casa para os teus amigos. É meteres sevenepe no vinho do Porto.
-Isso é bebida de mulheres, pfft.
-Tás a fazer uma figura, ainda pensam que somos do Porto.
  • Mandaram-me sair da mesa em que estava sentada porque vinha uma autora dar uma sessão de autografos. Depois vi que a "autora" era a Cláudia Jacques. Mentiram-me!
  • A famosa senhora magríssima que está sempre a pedir que lhe paguem uma dose uma sopinha também marcou presença.
Aquele Que Não Gosta De Saias Travadas também mandou vir da amazon.co.uk juntamente com o seu dicionário de alemão (não, não votou PNR) este livro
















que creio que me dará um jeitaço daqui a uns tempos. 
Ao todo, cinco livros que prometo que só leio à noitinha na caminha e não quando devia estar a estudar e sou uma panda feliz, até porque tenho olheiras para tal.

12.3.11

© Christina Branco
Algumas considerações sobre Viana do Castelo, terra do Defensor Moura e daquela gaja da reportagem da SIC que tinha um mestrado em Genética com média de 18 e andava a tratar dos coelhos dos pais. Após uma visita de estado de quatro dias com Aquele Que Não Gosta De Saias Travadas em que fiquei na muito charmante Pousada da Juventude do Navio Gile Eannes, posso concluir que:
  • Primeiro, onde está o Castelo?1
  • Não é preciso carro em Viana. Do Navio Gil Eannes até ao shopping (que passei a odiar MUITO, dado que comi lá quase todos os dias e não têm sequer um Chimarrão) são 5 minutos na Avenida principal.
  • Os condutores em Viana andam muito, muito, devagarinho. Chegamos à conclusão que é impossível ser atropleado em Viana.
  • Também passei a odiar a Avenida principal. É só pastelarias e lojas de artesanto.
  • Todos os caminhos vão dar ao shopping, não a Roma.
  • Gostam muito de hóquei em patins em Viana do Castelo. 
  • Quem é o Natário?
  • A Santa Luzia é uma roubalheira. É 2€ no funicular, é 0.80€ para subir por umas escadas em caracol claustrofóbicas até ao cimo da cúpula, é outros 2 para ver a Citânia (muito aborrecida, não admira que os celtas saíram de lá) e 1 para um raio de um folheto a descrever a Citânia.
  • Viana, em especial Santa Luzia, é uma armadilha de famílias extensas e barulhentas. 10 pessoas no cimo do minúsculo zimbório (ou parte de cima da cúpula que se paga para ir lá) aos berros com quem ficou lá em baixo ("OH TERESA, OLHAAA") e a tirar fotos uns aos outros em vez de à paisagem.
  • O Navio Gil Eannes foi comprado em 1997 por 45 mil contos, ou seja, o valor de uma vivenda. O meu pai podia ter comprado aquilo e ancorado no Rio Ave, like a boss.
  • Não há gatos nem cães vadios nas ruas.
  • Mas há um restaurante chinês.
  • As pessoas de Viana são as mais simpáticas de Portugal. Desde o senhor do parque de estacionamento que nos disse para meter o carro durante a noite noutro sítio porque não se paga; o dono do restaurante que quase era simpático demais, ao perguntar de cinco em cinco minutos "Isso vai ou não vai? Está bom? Quer mais arrozinho?" ao senhor a vender cavacas na Santa Luzia que perguntou se as queriamos, mas para as comprar à vinda.


1 Acho que estão a falar disto. Forte de Santiago da Barra

5.1.11

anjinho da guarda, minha companhia.

©Christina Branco
Não sei se acredito em Deus. Mas os anjos existem, disso tenho eu a certeza.

1.9.10

postcards from it..., er... spain

mi madre en azul I
A minha mãe, a olhar para o infinito e a desejar secretamente estar em casa com o aspirador e os gatinhos.
Esta noite já dormi numa cama que não se move quando me viro de noite, ou seja, a minha. Confesso que estranhei não ouvir o rugir do mar antes de finalmente adormecer, mar esse que desejei que tivesse um botão de off quando estava eu perto dele. Já o Variações dizia, "só estou bem onde não estou".

Ora bem, o que eu fiz lá, deixa cá ver.

Apanhei o pior escaldão de toda a minha vida de menina branquinha. O sal do mar (as lágrimas de Portugal?) ainda faziam doer mais. Só uma pomada de corticosteróides me aliviou. E sim, eu usei protector solar, factor 50.

Andei com os meus óculos de piscina a fazer pseudo-mergulho a ver se encontrava alguma coisa nas rochas entre os peixes primos do Nemo e as anémonas, mas nem uma concha bonita encontrei. Que raio de fauna forreta. Há dois anos em Maiorca eu e o meu amigo Gustavo encontramos uma nota de 10€ alojada nas rochas. Agora o meu ouvido direito dói com uma condição chamada ouvido de nadador. Porra, cheguei pior do que fui.


Tirei poucas fotos, confesso, porque não sou grande adepta da foto de paisagem a que o sítio se prestava. O pouco que tirei, acho que saiu bem, por isso visitem a minha galeria do Flickr e maravilhem-se.

Li O Grande Gatsby, de F.Scott Fitzgerald, estendida numa chaise longue à sombra. Recomendo a toda a gente, não só porque é uma referência da literatura mundial, mas principalmente porque os anos 20 são do cacete, e o Gatsby é um valente cabrão. Adoro livros sobre cabrões.

Ouvi a minha playlist oficial do Verão, que não muda muito há uns anos para cá, e experimentei os novos albuns dos Arcade Fire e dos The Walkmen. Do primeiro, só me ficou no complexo estribo-bigorna a Modern Man e a City Without Children. Talvez tenha a ver com este album ser baseado na infância de Win Butler em Houston, Texas, e não em Montréal (<3) como os anteriores. Acho Lisbon, dos The Walkmen, fraquinho. Vão ser sempre fraquinhos, porque nunca mais vão ter a Canadian Girl. Por esta altura já devem ter reparado o quão bairrista sou. Deste novo album, só me saltou ao ouvido a Angela Surf City. Como disse um comentador do YouTube, parece que Bob Dylan e os Clash tiveram um bebé e saiu isto.

Joguei muita Nintendo DS, principalmente jogos do Kirby, que RPGs não são muito veranis. Mas só no quarto, que o sol exterior não me deixava ver o ecrã.

Os hóspedes do hotel estavam praticamente todos distribuídos pelas faixas etárias que menos gosto, bebés e velhinhos. Era quase só espanhóis, e graças a Juan Carlos que as crianças espanholas são muito, muito bem comportadas. Palmas para nuestros sobriños.
A comida do hotel era pouco variada e saudável. Comi peixe (!) grelhado todos os dias ao almoço. De fruta só tinham melão e melancia, este último é uma delícia mas tambem diurético. Muito corri eu para a casinha das meninas.

E foi isto.

Reparei que nesta semana houve um pequenino mas para mim significante boom no número de seguidores deste blog, o que me deixa lisonjeada. Obrigada a todos, e um grande beijinho, se não tiverem herpes.

27.8.10

m.i.a.


folding chairs, originally uploaded by Christina Branco.
Só para dizer que não morri afogada no Mediterrâneo. Continuo viva, apenas um bocadito mais queimada. Há quem goste da carne bem passada.

Depressa volto com muitas histórias e muitas mais fotos.
Hasta luego!