A Grécia tem um rating abaixo de lixo - está a um nível da bancarrota.
O que acontece quando um país vai à falência? Entram por lá a dentro e começam a tirar os bens?
Podemos ficar com a Acrópole?
13.7.11
10.7.11
4.7.11
a vida vai torta
Não sou fã dos Xutos. O nome irrita-me (ch, chutos é com ch, tudo é melhor com ch), nem sequer os vejo na noite Super Bock da Queima.
Mas hoje apercebi-me que a letra da "Circo de Feras" consegue descrever a minha vida ao pormenor. Ok, menos a parte do esperar ao fundo da rua.
Mas hoje apercebi-me que a letra da "Circo de Feras" consegue descrever a minha vida ao pormenor. Ok, menos a parte do esperar ao fundo da rua.
2.7.11
"caros empregados: parem de comprar fatos Hugo Boss."
Fazer a mesma vida gastando metade - José António Saraiva (sol.pt)
Continuando o último post... agora reparo que este senhor é um dos donos do Sol que "subiu a pulso na vida" e que coitadinho, agora tem de pagar aos empregados. Isto não é mais que uma indirecta. De muito mau gosto.
Continuando o último post... agora reparo que este senhor é um dos donos do Sol que "subiu a pulso na vida" e que coitadinho, agora tem de pagar aos empregados. Isto não é mais que uma indirecta. De muito mau gosto.
descobri neste momento que a minha família deve estar no limiar da pobreza
Fazer a mesma vida gastando metade - José António Saraiva (sol.pt)
Leiam este artigo e pasmem-se. Aprendam marcas de água. Saibam que as empresas (e seus mártires, os patrões) têm que ser aliviadas, mas a classe média - esses consumidores desenfreados de Moët & Chandon e de Mercedes Classe E! - têm que sofrer.
Outro, que tal como a Margarida Rebelo Pinto (sim, já li dois livros dela, para minha infelicidade) vive no mundo das fadas Prada e unicórnios revestidos em cristais Swarovski e acha que tooooda a gente vive essa vida.
Leiam este artigo e pasmem-se. Aprendam marcas de água. Saibam que as empresas (e seus mártires, os patrões) têm que ser aliviadas, mas a classe média - esses consumidores desenfreados de Moët & Chandon e de Mercedes Classe E! - têm que sofrer.
Outro, que tal como a Margarida Rebelo Pinto (sim, já li dois livros dela, para minha infelicidade) vive no mundo das fadas Prada e unicórnios revestidos em cristais Swarovski e acha que tooooda a gente vive essa vida.
26.6.11
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
PESSOAL, A BODY SHOP VENDE CLOROFÓRMIO!
"Primeiro que tudo, o que é este produto? É um spray que se pode colocar no corpo ou na almofada e que ajuda a adormecer e a ter um sono mais profundo e reparador." (do blog Body Shop Mania)
(Desculpem, J* e Charlotte, mas não resisti)
25.6.11
royally screwed
Distraí-me enquanto estava a aclarar as sobrancelhas para combinar com o cabelo e voilá, agora pareço a Isabel I.
24.6.11
considerações sobre o s.joão no porto
1. Alho porro >>> martelinho. Há uma fobia geral, especialmente por parte dos adolescentes, desta rebento de planta. Vários gritos de "eu sou alérgica!", pessoas a saltar barreiras para fugirem, enfim, o melhor para afastar multidão.
2. Quem é que idiota é suficiente para levar um bebé e seu respectivo carrinho para a Ribeira no S.João? Resposta: demasiadas pessoas. Faz-me lembrar o ano em que um carro tentou passar pelo meio da multidão, com o condutor de janela aberta a desculpar-se: "Vai aqui dentro uma senhora que vai terum filho!". (Ao que o meu pai respondeu, "'tá bem, mas isso é só daqui a nove meses.)
2. Quem é que idiota é suficiente para levar um bebé e seu respectivo carrinho para a Ribeira no S.João? Resposta: demasiadas pessoas. Faz-me lembrar o ano em que um carro tentou passar pelo meio da multidão, com o condutor de janela aberta a desculpar-se: "Vai aqui dentro uma senhora que vai terum filho!". (Ao que o meu pai respondeu, "'tá bem, mas isso é só daqui a nove meses.)
22.6.11
perdida nos media
Serei só eu que acho o Perdidos na Tribo (TVI, o que havia de ser?) um exemplo flagrante de neo-colonialismo?
Como é óbvio, não vejo este programa. Mas sei o que se passa, porque estou sempre enfiada em salas de espera de consultórios e portanto sou uma ávida leitora de revistas de sopeiras.
Tudo me soa muito a "Ai meu Deus, olhem-me para estas pessoas de cor incivilizadas! A beber sangue! Quero voltar para a minha casa com wi-fi!"
Porra, agora apetece-me arroz de cabidela.
Como é óbvio, não vejo este programa. Mas sei o que se passa, porque estou sempre enfiada em salas de espera de consultórios e portanto sou uma ávida leitora de revistas de sopeiras.
Tudo me soa muito a "Ai meu Deus, olhem-me para estas pessoas de cor incivilizadas! A beber sangue! Quero voltar para a minha casa com wi-fi!"
Porra, agora apetece-me arroz de cabidela.
8.6.11
ordinários!
"Marcha das Ordinárias' contra a discriminação sexual" (expresso.pt)
Tenho que parar de ler comentários em jornais online. Há problemas cardíacos na minha família.
(Por favor, mandem um grande chapadão mental para o usuário honolux e o Cruzadas)
Tenho que parar de ler comentários em jornais online. Há problemas cardíacos na minha família.
(Por favor, mandem um grande chapadão mental para o usuário honolux e o Cruzadas)
7.6.11
happy?
Quase há tanto tempo como tenho este blog que quero escrever sobre a revista Happy.
É um guilty pleasure, feito para mim que tenho pouco para gastar (é uma revista grossíssima por 2,50€) e muito para esperar num comboio.
Os temas são reciclados. Lipo-aspiração não-invasiva, perder dois quilos e ser feliz, sexo em grupo, histórias reais de mulheres (todas elas da classe média-alta e gestoras). As fotografias também, modelos esqueléticas no meio de um deserto, de olhar vago, mesmo que o artigo seja sobre experiências lésbicas ou a experiência de perder um filho.
A paginação deixa muito a desejar, muitas vezes tenho que andar uma página para trás e para a frente à procura do parágrafo seguinte.
Mas nem tudo é mau e subserviente à Santa Madre Igreja do Consumo e da Magreza (a sério, este mês houve um destaque de 6 páginas dedicadas à melhor sandália para cada tipo de corpo). Esta edição contou com um artigo sobre falhar excelente (sabiam que Abraham Lincoln foi um fracasso político até finalmente ser eleito para o Senado, que as duas primeiras fábricas de Henry Ford faliram?). E sim, 50% da revista fala de sexo, mas pelo menos, ao contrário de outra revista que começa por C e acaba em N não tem sempre "500 dicas picantes para levar o seu parceiro ao rubro!!!" (ex.: "acaricie os seus testículos com um batedor de ovos!"). Não, aqui o sexo e o prazer é centrado no feminino, e isso camaradas, é progresso.
Ah, e é uma pity que a cada duas words tenham de espetar um anglicismo sem sentido whatsoever.
É um guilty pleasure, feito para mim que tenho pouco para gastar (é uma revista grossíssima por 2,50€) e muito para esperar num comboio.
Os temas são reciclados. Lipo-aspiração não-invasiva, perder dois quilos e ser feliz, sexo em grupo, histórias reais de mulheres (todas elas da classe média-alta e gestoras). As fotografias também, modelos esqueléticas no meio de um deserto, de olhar vago, mesmo que o artigo seja sobre experiências lésbicas ou a experiência de perder um filho.
A paginação deixa muito a desejar, muitas vezes tenho que andar uma página para trás e para a frente à procura do parágrafo seguinte.
Mas nem tudo é mau e subserviente à Santa Madre Igreja do Consumo e da Magreza (a sério, este mês houve um destaque de 6 páginas dedicadas à melhor sandália para cada tipo de corpo). Esta edição contou com um artigo sobre falhar excelente (sabiam que Abraham Lincoln foi um fracasso político até finalmente ser eleito para o Senado, que as duas primeiras fábricas de Henry Ford faliram?). E sim, 50% da revista fala de sexo, mas pelo menos, ao contrário de outra revista que começa por C e acaba em N não tem sempre "500 dicas picantes para levar o seu parceiro ao rubro!!!" (ex.: "acaricie os seus testículos com um batedor de ovos!"). Não, aqui o sexo e o prazer é centrado no feminino, e isso camaradas, é progresso.
Ah, e é uma pity que a cada duas words tenham de espetar um anglicismo sem sentido whatsoever.
5.6.11
tipo sexo e a cidade, mas com livros
Há uns meses, deu uma reportagem daquelas a seguir ao telejornal sobre pessoas viciadas em compras, mas não vi por lá ninguem viciado em livros. Era gadgets e sapatos, (muitos sapatos!), mas ninguém como eu.
Esta foi a minha dose na Feira do Livro do Porto. Já era a dose que ia comprar o ano passado, só que na altura não tinha dinheiro (continuo sem dinheiro, a diferença é que agora não me importei). Coisas a registar sobre esta feira:
Esta foi a minha dose na Feira do Livro do Porto. Já era a dose que ia comprar o ano passado, só que na altura não tinha dinheiro (continuo sem dinheiro, a diferença é que agora não me importei). Coisas a registar sobre esta feira:
- Estava um calor do c*ralho.
- Livros sobre o Segredo e o Poder e o raio que o parta ainda estão na moda, assim como livros cuja personagem principal é um cão ou um gato (também vi um papagaio por lá).
- Estava lá a Porto Velhotes a oferecer Porto branco ou rosé (bu!) com água tónica para degustação. Eu, que já me estava a ir embora, meti-me logo na fila (gosto muito de água tónica, sabem?), com um casal atrás de mim que demonstrava tudo o que há de errado em Portugal, e que me fez dar graças a Deus que tenho dupla nacionalidade.
-Ui, isto afinal não são só livros.
-Tás a ver, aprende para fazeres em casa para os teus amigos. É meteres sevenepe no vinho do Porto.
-Isso é bebida de mulheres, pfft.
-Tás a fazer uma figura, ainda pensam que somos do Porto.
- Mandaram-me sair da mesa em que estava sentada porque vinha uma autora dar uma sessão de autografos. Depois vi que a "autora" era a Cláudia Jacques. Mentiram-me!
- A famosa senhora magríssima que está sempre a pedir que lhe paguem
uma doseuma sopinha também marcou presença.
que creio que me dará um jeitaço daqui a uns tempos.
Ao todo, cinco livros que prometo que só leio à noitinha na caminha e não quando devia estar a estudar e sou uma panda feliz, até porque tenho olheiras para tal.
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