7.10.11
6.10.11
caluda!
Uma espécie de PostSecret tuga, em que me divirto mais com os comentários do que com os segredos
(chamar assassina a uma rapariga de 15 anos que fez um aborto, dizer a uma pessoa que fuma que vai ter cancro e morrer, entre outras coisas giras)
5.10.11
day 5 - from a high angle
day 5 - from a high angle, originally uploaded by Christina Branco.
a minha rua de paralelos, foto tirada da minha janela no 3º andar.
a minha rua de paralelos, foto tirada da minha janela no 3º andar.
4.10.11
3.10.11
precisamos de umas pulseiras daquelas de borracha
Esta semana é a semana da consciencialização para as doenças mentais. Como não é para nos vestirmos de azul para o autismo ou dizer a cor do soutien para o cancro da mama, não há assim muitos estados sobre o apoio às pessoas com perturbações mentais no Facebook e afins.
Pois é, não está na moda.
Pois é, não está na moda.
2.10.11
day 2: what you wore today
day 2: what you wore today, originally uploaded by Christina Branco.
É Domingo, não saí de casa e fiquei de camisa de noite (da minha mãe, agora minha) e casaco-de-andar-por-casa gigante (da minha avó, agora meu). Note-se os óculos sempre a cair nariz abaixo.sexo e a aldeia
Quem já lê isto há algum tempo sabe que gosto de ir ver as estatísticas disto e ficar embasbacada com alguns dos termos de pesquisa que vão dar a este blog. Desta vez calhou de ser "blogs tipo sexo e a cidade".
Além de adorar esta gente que pensa que o Google é mesmo um senhor para nos recomendar coisas tipo, fico sem saber se hei-de ficar feliz (do pouco que vi, a personagem principal é uma cronista no New York Times, um trabalhito que não me importava de ter) ou dar a minha colecção considerável de sapatos aos pobres.
Além de adorar esta gente que pensa que o Google é mesmo um senhor para nos recomendar coisas tipo, fico sem saber se hei-de ficar feliz (do pouco que vi, a personagem principal é uma cronista no New York Times, um trabalhito que não me importava de ter) ou dar a minha colecção considerável de sapatos aos pobres.
1.10.11
olha que coisa mai querida
Aqui a saia travada desenhada por uma madeirense fofinha, hoje no IberAnime2011 no Pavilhão Rosa Mota. Não resisti e agora até é a minha imagem no Blogger. Sim, sou fã de japanesices.
morning song
Morning Song
Love set you going like a fat gold watch.
The midwife slapped your footsoles, and your bald cry
Took its place among the elements.
Our voices echo, magnifying your arrival. New statue.
In a drafty museum, your nakedness
Shadows our safety. We stand round blankly as walls.
I'm no more your mother
Than the cloud that distils a mirror to reflect its own slow
Effacement at the wind's hand.
All night your moth-breath
Flickers among the flat pink roses. I wake to listen:
A far sea moves in my ear.
One cry, and I stumble from bed, cow-heavy and floral
In my Victorian nightgown.
Your mouth opens clean as a cat's. The window square
Whitens and swallows its dull stars. And now you try
Your handful of notes;
The clear vowels rise like balloons.
- Sylvia Plath, Ariel
(poema dedicado ao meu sobrinho nascido semana passada, muito desejado desde praticamente o momento em que me apercebi que ter irmãos mais velhos me dava uma elevada probabilidade de ser tia)
Love set you going like a fat gold watch.
The midwife slapped your footsoles, and your bald cry
Took its place among the elements.
Our voices echo, magnifying your arrival. New statue.
In a drafty museum, your nakedness
Shadows our safety. We stand round blankly as walls.
I'm no more your mother
Than the cloud that distils a mirror to reflect its own slow
Effacement at the wind's hand.
All night your moth-breath
Flickers among the flat pink roses. I wake to listen:
A far sea moves in my ear.
One cry, and I stumble from bed, cow-heavy and floral
In my Victorian nightgown.
Your mouth opens clean as a cat's. The window square
Whitens and swallows its dull stars. And now you try
Your handful of notes;
The clear vowels rise like balloons.
- Sylvia Plath, Ariel
(poema dedicado ao meu sobrinho nascido semana passada, muito desejado desde praticamente o momento em que me apercebi que ter irmãos mais velhos me dava uma elevada probabilidade de ser tia)
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