25.12.11

Ouvi há uns dias que este utensílio de cozinha de borracha também é vulgarmente apelidado de "salazar". Porquê? Porque rapa tudo. Então e o Passos Coelho e a Merkel e o Sarkozy?

23.12.11

“And what happened, then? Well, in Whoville they say - that the Grinch’s small heart grew three sizes that day.”


E depois de 21 anos a ser uma Grinchzinha sempre a tentar roubar o Natal, eis que começo a gostar um bocadinho desta época e a sentir o seu espírito. 
Mas só um bocadinho. 
O Natal dos Hospitais, a Popota e o bacalhau podem ir mas é para um sítio que eu cá sei. (Pista: não é a Lapónia.)

o lado lunar

Se analisarem bem o conteúdo de cada post e dipuserem num gráfico mensal, consegue-se perceber o meu ciclo menstrual através do blog.

tudo o que não aprendi da disney, aprendi com a turma da mônica

19.12.11

r.i.p.


Eu e o Querido Líder tínhamos muitas coisas em comum. Ambos tinhamos um apreço especial por saltos altos e filmes de terror asiáticos, além de que ambos somos um bocadinho de nada mandões.

16.12.11

a disney ensinou-me tudo o que sei da vida.

A moral da história d'A Bela e o Monstro é que se o gajo for rico não importa que seja muito feio. Põe-se um saco na cabeça e tal.

...

Não é?

15.12.11

considerações sobre o estado da literatura

  • O meu novo divertimento é procurar pelos livros do João Piedade. Para quem não sabe, é um adolescente com pais ricos que escreve tão mal, mas tão mal que se fosse eu professora dele reprovava-o na 4ª classe. É editado pela Gailivro, que parece não ter dinheiro para pagar a um revisor de manuscritos (ou não fosse esta uma vanity press). Infelizmente, não tenho conseguido encontrar o primeiro livro dele, O Filho de Odin em que no meio de outras pérolas (e acreditem que é uma por parágrafo) há um hipógrifo que voa depressa porque comeu feijoada ao almoço [sic]. Só tenho pegado no 2º/3º livro (sim, é um dois em um) chamado Pacific Blood/Metal King. Li para aí metade do Pacific Blood numa Bertrand, e só parei quando fizeram uma piada de canadianos (há coisas que nem do Piedade aceito). Este "livro" fica na memória pela brilhante frase pré-coital "LESS TALKING, MORE BREEDING!!!!" (sim, com estes ! todos). Não li o Metal King, mas pela capa parece uma cena tipo Transformers. Medo, muito medo.
  • Vou começar a levar x-actos para livrarias para cortar o raio dos sacos de renda com brilhantes em que vêm os livros lamechas da Lesley Pearce. E agora tambem é livros que vêm em latinhas, em caixas.
  • Aquela blogger com nome do meu gato lançou agora também uma agenda rosinha e com os seus pareceres sobre a sua vida um bocado secante pelo meio. Um livro do blog, se calhar até entendo, afinal a mim depois só me faltava plantar a árvore e fazer um filho, mas depois um CD que parecia uma playlist chapada da Rádio Comercial, e agora uma agenda... Aceitam-se apostas para o próximo must-have made in Pipoca. Trem de cozinha em brilhantes cor-de-rosa e branco? Barbie da Pipoca? (e btw, detesto pipocas doces. Sal ftw!)

14.12.11

tá na moda dar workshops

Então eu vou dar um workshop daquilo que melhor sei fazer, que é

 COMO ATRAIR O HOMEM DOS SEUS PESADELOS
(de preferência com cabelos brancos a sair das orelhas)

Local: qualquer transporte público ou rua de preferência no Grande Porto
Preço: 200€ e umas garrafas de vinho

elo mais fraco

-De que trata um médico especializado em hematologia?
-Hematomas.

(falando nisso, era só quem desse uma carga de hematomas ao Pedro Granger)

9.12.11

aplauso

Este post natalício (cof cof) da Arte da Preguiça merece ser publicado em todos os jornais. E revistas de puericultura, já agora.

6.12.11

a minha cama é mais gira que a tua

fairy lights, originally uploaded by Christina Branco.


A minha mãe este Natal tem um lema, que é "onde há uma tomada, há luzes". Acho que vou manter estas mesmo depois do Dia de Reis. 
E sim, temos luzinhas no quarto de banho.

2.12.11

prioridades

Fico contente por saber que os pescadores das Caxinas terem sobrevivido, minutos depois de pegar num jornal e ler sobre as famílias destroçadas. Fiquei também com um sorriso na cara depois de um pescador no autocarro a vir de Leiria dizer que o mais difícil para ele foi a "fome, o frio, não ter um cigarro para fumar nem vinho para beber"